Notícias Renove 2017


                                                                                                   24/11/17

Renove participa de Oficina sobre a Estratégia do Brasil para o GCF, realizada pela Secretaria de Assuntos Internacionais (SAIN) do Ministério da Fazenda em Manaus no dia 24/11/17. 


   Foto 1. Renove na Oficina promovida pela SAIN em Manaus.


       
                                                                                                  14/11/17

Renove participa de avaliações de campo em Moçambique, nas cidades de Maputo e Nampula.


   Foto 1. Visita campo em Nampula.




   Foto 2. Visita campo em Maputo.



   Foto 3. Visita campo Equipe Renove em Maputo (Fábio Rosa, José Henrique       
   Gabetta, José Roberto Fonseca, Augusto Viana, Alexandre Castilhos e Luciana     
   Velho).



   Foto 4. Visita campo em Maputo.



   Foto 5. Visita campo em Maputo.



   Foto 6. Visita campo Equipe Renove em Maputo (Fábio Rosa e José Henrique 
   Gabetta).



   Foto 7. Visita campo em Maputo.



                        
                                                                                          17/10/17

Geração Distribuída: resultado da Audiência Pública ANEEL 37/2017

Ao final da Audiência Pública nº 37/2017, a qual estabelece as condições gerais para o acesso de microgeração e minigeração distribuída, a Diretoria da ANEEL deliberou por alterar a REN nº 482/2012, com vistas a contemplar as seguintes condições:

a) alteração no conceito de minigeração distribuída, que passa a ser considerada com a seguinte redação: “central geradora de energia elétrica, com potência instalada superior a 75kW e menor ou igual a 5MW e que utilize cogeração qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, ou fontes renováveis de energia elétrica, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras”;

b) vedação ao enquadramento como microgeração ou minigeração distribuída das centrais geradoras que já tenham sido objeto de registro, concessão, permissão ou autorização, ou que tenham entrado em operação comercial ou tido sua energia elétrica contabilizada no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) ou comprometida diretamente com concessionária ou permissionária de distribuição de energia elétrica, devendo a distribuidora identificar esses casos; e

c) exceção à vedação de que trata o item anterior (“b”) para os empreendimentos que tenham protocolado a solicitação de acesso, nos termos da Seção 3.7 do Módulo 3 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST), em data anterior à publicação desta decisão. 

Redação anterior do conceito de minigeração distribuída (REN 482/2012, art. 2º, II): central geradora de energia elétrica (i) com potência instalada superior a 75kW e menor ou igual a 3MW para fontes hídricas; (ii) menor ou igual a 5MW para cogeração qualificada, ou (iii) menor ou igual a 5MW para as demais fontes renováveis de energia elétrica, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

Informação obtida por contribuição do Diretor do Instituto Consciência Limpa José Henrique Gabetta.

Fonte: ANEEL

                  
                                                                                                     13/09/17

A Renove participa de reunião nesta semana em Maputo, Moçambique, envolvendo coordenação entre a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e o governo de Moçambique sobre as ações de cooperação Sul-Sul realizadas entre os dois países.


Foto 1. Reunião nesta semana em Maputo, Moçambique, Agência Brasileira de Cooperação (ABC), governo de Moçambique e Renove.


Foto 2. Presidente da Renove Sr. Fábio Rosa na reunião em Maputo, com a Agência Brasileira de Cooperação e governo de Moçambique.


Foto 3. Coordenador da Agência Brasileira de Cooperação Sr. Yuri de Souza.




                                                                                             06/09/17

Artigo 2 da Resolução Normativa nº 482, de 17 de abril de 2012, passa a vigorar com a seguinte redação:

A minigeração distribuída: central geradora de energia elétrica, com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 5 MW e que utilize cogeração qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, ou fontes renováveis de energia elétrica, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras;

§ 1º É vedado o enquadramento como microgeração ou minigeração distribuída das centrais geradoras que já tenham sido objeto de registro, concessão, permissão ou autorização, devendo a distribuidora identificar esses casos.

§ 2º A vedação que trata o § 1º não se aplica aos empreendimentos que tenham protocolado a solicitação de acesso, nos temos da seção 3.7 do Módulo 3 do PRODIST, em data anterior a 6 de julho de 2017.

Art. 2º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Acesse Norma Completa: Nota Técnica Completa ANEEL 06/09/17

Fonte: ANEEL, 2017.



                                                                                                      30/08/17

A Renove participou em Brasília, no dia 29 de agosto de 2017, do evento para compor o novo Grupo Consultivo da Sociedade Civil (ConSOC) do BID no Brasil.

O ConSOC é uma instância de diálogo entre as organizações da Sociedade Civil no Brasil e o BID, cujo o objetivo é representar, com coerência e segurança, a visão da sociedade civil brasileira, em uma perspectiva participativa e transversal dos temas nos quais o BID atua.

Participaram do evento o presidente da Renove, Sr. Fábio Rosa, e o Secretário para Projetos Estratégicos da instituição, Alexandre Castilhos.

Foto 1. Reunião novo ConSOC BID 2017. Créditos Renove Brasil 

Foto 2. Alexandre Castilhos, Secretário para Projetos Estratégicos da Renove e o presidente da Renove Sr. Fábio Rosa. Créditos Renove Brasil.

Foto 3. Reunião de encerramento. Créditos Renove Brasil.
                                                                                                                                                          

                                                                                                      28/08/17

O presidente da Renove, Sr. Fábio Rosa, participou em Porto Alegre, no dia 28 de agosto de 2017, da Audiência Pública da Mini e Microgeração de Energia Distribuída na Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Conforme o relato apresentado pelo gabinete do deputado Zé Nunes (PT), a Frente Parlamentar pela Mini e Microgeração de Energia, coordenada pelo deputado Zé Nunes (PT), realizou audiência pública para debater a atuação das concessionárias de energia elétrica e o acesso da micro e minigeração ao sistema de distribuição e compensação de energia.  O deputado explicou que o momento é delicado para o país, com os anúncios de privatizações, em especial da Eletrobrás, pois “há uma conjuntura que nos preocupa, pela importância daquela empresa à soberania nacional no quesito energia”, advertiu.

O parlamentar destacou que há muito o que avançar na diversificação da matriz energética nacional: “há um esforço no sentido de se colocar a importância que as mini e micro geradoras de energia têm no atual contexto e os desafios a serem enfrentados”. Nesse sentido, informou que foi aprovado, na Comissão de Constituição (CCJ) da Casa, projeto de lei de sua autoria que propõe uma Política Estadual de Incentivo à Micro e Minigeração Distribuída de Energia Elétrica, a partir de fonte fotovoltaica, eólica, biomassa e hidráulica. “Esta é uma área essencial, com limites a serem superados”, apontou, citando que a escassez de energia no planeta faz da mini e microgeração uma alternativa em crescimento.

O presidente da Renove Fábio Rosa, fez relato de alguns pontos que têm trazido preocupação no acesso da mini e microgeração aos sistemas de distribuição e compensação de energia. “Acompanhamos casos nos quais usinas instaladas e funcionando normalmente tiveram sua compensação interrompida por meses”. Comentou que, quando procurada, a CEEE informou que a categoria de microgeração representava uma minoria, ficando os ressarcimentos desconsiderados naquele período, sem previsão para a retomada do processo de compensação de energia”. Ainda, segundo ele, a empresa, até o momento, não se manifestou para devolver ao microgerador os valores cobrados indevidamente. “Quantos outros pequenos geradores de energia na área da CEEE não estão, também, sendo desconsiderados ou prejudicados”, questionou Rosa, acrescentando: “é possível fomentar um programa de microgeração distribuída, no Estado, com o tipo de procedimento que apresenta a CEEE? ”.

Segundo Fábio Rosa, não, “enquanto estas e outras questões não estiveram efetivamente resolvidas; enquanto a companhia não absorva efetivamente em suas rotinas corporativas aquilo que a regulação da Aneel determinou há cinco anos”. O dirigente ainda observou que o governo do RS, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural implanta programa de microgeração distribuída, onde técnicos da Emater desenvolvem projetos financiados pelo Pronaf. “No entanto, sem um melhor preparo da CEEE, não é temerário que o governo assim proceda, incentivando o endividamento de produtores?”, perguntou.

Fonte: relato da Audiência Pública da Mini e Microgeração de Energia Distribuída realizado pelo gabinete do deputado Zé Nunes (PT).

Foto 1. Audiência Pública da Mini e Microgeração de Energia Distribuída na Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Créditos Renove Brasil.



IDEAAS e Instituto Peabiru apresentam o Programa Luz para uma Vida Melhor como resolver a exclusão elétrica de 1 milhão de famílias da Amazônia Brasileira de maneira imediata, sustentável e barata.

Link a seguir:



A Renove participou do evento de lançamento público do projeto “Luz para uma vida melhor” desenvolvido pelo Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas e da Auto Sustentabilidade (IDEAAS) juntamente com o Instituto Peabiru, apoiado pela Fundação C.S. Mott. Esta iniciativa se dedica a atender grupos sociais de baixa renda e alto grau de exclusão energética.

O projeto compreende outros parceiros como o Grupo de Estudos e Desenvolvimento de Alternativas Energéticas – GEDAE, da Universidade Federal do Pará – UFPA; o Movimento das Mulheres das Ilhas de Belém – MMIB; e a Paróquia São Francisco das Ilhas.


Fonte: https://peabiru.org.br/luz-para-uma-uma-vida-melhor/


Foto 1. Estação das Docas, saída para a Comunidade Nossa Senhora da Conceição, Ilha de Paquetá Belém. Créditos Renove Brasil.


Foto 2. Equipe de diversas instituições no barco para a Comunidade Nossa Senhora da Conceição, Ilha de Paquetá Belém. Créditos Instituto Peabiru.

Foto 3. Chegada na Comunidade Nossa Senhora da Conceição, Ilha de Paquetá Belém. Créditos Renove Brasil.
Foto 4. Equipe de diversas instituições junto com moradores da Comunidade Nossa Senhora da Conceição, Ilha de Paquetá Belém. Créditos Instituto Peabiru.
 
 Foto 5. Reunião com moradores da Comunidade Nossa Senhora da Conceição, Ilha de Paquetá Belém. Créditos Renove Brasil.


Foto 6. Comunidade Nossa Senhora da Conceição, Ilha de Paquetá Belém. Créditos Renove Brasil.





No evento de lançamento público do projeto “Luz para uma vida melhor” desenvolvido pelo Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas e da Auto Sustentabilidade (IDEAAS) juntamente com o Instituto Peabiru, apoiado pela Fundação C.S. Mott, foi apresentada a iniciativa da Aliança Amazônica para a Inclusão Energética Sustentável.

Essa iniciativa contempla o apoio ao Programa para uma Vida Melhor e diversas iniciativas similares na Amazônia, sendo signatários a partir da data de lançamento IDEAAS, Peabiru, Instituto Consciência Limpa, RENOVE e outras organizações presentes.

O evento ocorreu num lugar emblemático da Amazônia: Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém, a mais antiga área urbana de conservação da Amazônia. Na ocasião, especialistas, empresas, imprensa e representantes de populações ribeirinhas conheceram a proposta da Aliança para reunir os diferentes elos da cadeira de valor da energia sustentável da região para atender as demandas públicas, comunitárias e do mercado.

A Aliança pretende envolver os diferentes elos das cadeias de valor de energia sustentáveis, desde fabricantes e diversos intermediários ao consumidor, em esforços para impulsionar a agenda da inclusão energética sustentável na região. Aliança deve reunir organizações da sociedade civil, o setor privado, a academia e o ensino, e o setor público.

Fonte: Peabiru, 2017.


Foto 1. João Meirelles, diretor do Instituto Peabiru no evento de lançamento público do projeto “Luz para uma Vida Melhor” (IDEAAS, Peabiru). Belém. Créditos Renove Brasil.

Foto 2. Fábio Rosa, presidente da Renove e diretor do IDEAAS no evento de lançamento público do projeto “Luz para uma Vida Melhor” (IDEAAS, Peabiru). Belém. Créditos Instituto Peabiru.

Foto 3. Participantes no evento de lançamento público do projeto “Luz para uma Vida Melhor” (IDEAAS, Peabiru). Belém. Créditos Renove Brasil.

Foto 4. MMIB - Movimento de Mulheres das Ilhas de Belém, no evento de lançamento público do projeto “Luz para uma Vida Melhor” (IDEAAS, Peabiru) juntamente com a apresentação da iniciativa da Aliança Amazônica para a Inclusão Energética Sustentável. Créditos Renove Brasil

Foto 5. Alexandre Castilhos, Renove Brasil, no evento de lançamento público do projeto “Luz para uma Vida Melhor” (IDEAAS, Peabiru) representando o presidente da Renove Fábio Rosa para formalizar a participação da instituição na iniciativa da Aliança Amazônica para a Inclusão Energética Sustentável. Créditos Renove Brasil

Foto 6. Muriel, IDEAAS, no evento de lançamento público do projeto “Luz para uma Vida Melhor” (IDEAAS, Peabiru) demonstrando sistema solar. Créditos Renove Brasil


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